terça-feira, 4 de agosto de 2015

Quer proporcionar um atendimento de excelência?
Siga estes 10 mandamentos

Quantas vezes já sentiram insatisfação com o atendimento que lhe foi prestado?

Infelizmente, mais do que aquelas que seriam desejáveis e toleráveis.

E isso deve-se, em larga escala, ao facto de já não se contentar com o produto ou serviço propriamente dito, mas também, e cada vez mais, de valorizar a forma como o serviço lhe é prestado. É consensual que os clientes estão cada vez mais exigentes. As suas próprias expectativas face ao momento de compra são, também elas, crescentes.
Pesquisas recentes, revelam que as decisões emocionais influenciam seis vezes mais o processo de compra do que as racionais. 68% dos clientes alega que a principal razão que os leva a quebrar a relação com uma determinada marca é o tratamento menos apropriado, ou até mesmo incorrecto, de que foram alvo durante a prestação do serviço. Este número merece ser ainda mais valorizado quando, em segundo lugar, e com escassos 14%, surgem os clientes que relacionam a tomada de decisão drástica com a insatisfação face ao produto ou serviço, propriamente dito.
Estes dados mostram, claramente, que, na qualidade de cliente, valorizamos o estabelecimento de relações e contactos emocionais. Por isso, - e ainda antes de pôr em prática, procedimentos capazes de criar uma experiência única de consumo, por via de uma atendimento que satisfaça na plenitude as expectativas dos clientes - é crucial que as marcas percebam quais são os tipos de comportamentos que o cliente valoriza. Uma das chaves para o fortalecimento da relação entre o consumidor e a marca reside na dimensão emocional. Então, o que é preciso fazer para activá-la eficazmente, a ponto de antecipar as necessidades e expectativas do cliente e excedê-las em todas as iterações?

Aqui ficam 10 práticas que vão revolucionar a relação com o consumidor e fazer do atendimento ao cliente uma efectiva vantagem competitiva:

1.       Compreender a importância de se prestar um serviço de excelência;
2.       Olhar o cliente como o principal veículo de marketing da empresa;
3.       Consciencializar-se que satisfação do cliente baseia-se em lealdade, identidade, valores e relações;
4.       Tratar os clientes como únicos: cada um tem necessidades e expectativas específicas que, como tal, pressupõem atendimentos personalizados;
5.       Aprender a responder às necessidades de cada cliente e às suas expectativas;
6.       Reduzir sentimentos negativos e elevar sensações positivas face à marca ou organização;
7.       Montar um sistema de avaliação da satisfação da experiência de consumo;
8.      Desenhar mapas da experiência do cliente;
9.       Ouvir os clientes, analisar o feedback e ajustar as suas atitudes às pretensões do cliente;
10.   Medir o grau de satisfação e de compromisso do cliente, melhorar os processos de forma a prevenir a reincidência de falhas anteriormente ocorridas.

Desta forma, o cliente não terá apenas razão: terá também o melhor atendimento!

Em troca, as marcas serão recompensadas com a sua preciosa lealdade.
TESTE A SUA INTELIGÊNCIA EMOCIONAL


Como se encontra diante das diversas situações do quotidiano? Gostaria de melhorar ou evoluir? Responda às perguntas a seguir com honestidade e verifique como anda a sua inteligência emocional.
Escreva as respostas, some os pontos e analise os resultados.
Sou uma pessoa…
1)        …que persiste quando está frente a um novo desafio, não desistindo nas primeiras dificuldades…
a)       Sempre;
b)       Quase sempre;
c)       Às vezes;
d)       Raramente;
e)       Nunca.

2)       … que procura colocar-se no lugar do outro, sendo compreensiva em relação aos momentos difíceis da outra pessoa…
a)          Sempre;
b)         Quase sempre;
c)          Às vezes;
d)         Raramente;
e)         Nunca.

3)       … que consegue manifestar as suas emoções de acordo com as pessoas, situações e o momento oportuno…
a)          Sempre;
b)         Quase sempre;
c)          Às vezes;
d)         Raramente;
e)         Nunca.

4)       … que consegue controlar as suas emoções, mantendo a calma nos momentos difíceis…
a)          Sempre;
b)         Quase sempre;
c)          Às vezes;
d)         Raramente;
e)         Nunca.

5)       … que tem uma visão realista de si mesma, com adequada perceção das suas potencialidades e limitações…
a)          Sempre;
b)         Quase sempre;
c)          Às vezes;
d)         Raramente;
e)         Nunca.

6)       … que consegue superar os seus sentimentos de frustração quando alguma coisa não dá certo, procurando aprender com as experiências negativas…
a)          Sempre;
b)         Quase sempre;
c)          Às vezes;
d)         Raramente;
e)         Nunca.

7)       … que quando tem alguma dificuldade com outra pessoa, procura conversar diretamente com ela, evitando mal entendidos…
a)          Sempre;
b)         Quase sempre;
c)          Às vezes;
d)         Raramente;
e)         Nunca.

8)       … que dificilmente perde a paciência com as pessoas que gosta. Se perco, recupero logo e arrependo-me de ter perdido o controlo…
a)          Sempre;
b)         Quase sempre;
c)          Às vezes;
d)         Raramente;
e)         Nunca.

9)       … que consegue expressar as suas opiniões de forma clara e percebe que é ouvida com atenção…
a)          Sempre;
b)         Quase sempre;
c)          Às vezes;
d)         Raramente;
e)         Nunca.

10)   … que se sente segura diante das outras pessoas…
a)          Sempre;
b)         Quase sempre;
c)          Às vezes;
d)         Raramente;
e)         Nunca.

Avaliação de Resultados
Nunca = 1 ponto
Raramente = 2 pontos
Às vezes = 3 pontos
Quase sempre = 4 pontos
Sempre = 5 pontos

41 a 50 pontos: a sua inteligência emocional é bastante alta. Não deve ter dificuldades em fazer amigos. Nem em relacionar-se com os outros de forma bem harmoniosa e produtiva.

31 a 40 pontos: a sua inteligência emocional é bastante desenvolvida, mas se você aprender a observar atentamente as pessoas poderá desenvolvê-la ainda mais.

21 a 30 pontos: a sua inteligência emocional precisa desabrochar. Converse um pouco mais consigo mesmo, ouça o que os outros dizem de si com sinceridade. Treine os seus sentimentos de empatia a aprenda a observar com mais respeito os defeitos das outras pessoas.

11 a 29 pontos: o seu grau de empatia e relacionamento não é bom. Procure compartilhar mais os eus sentimentos e ideias. Acredite que melhorar os seus relacionamentos não é difícil, mas exige muito trabalho e persistência, e muita disponibilidade para o outro. Procure aprender com todas as experiências, mesmo que sejam negativas, evitando repetir situações que promovam frustração.

Analise com atenção e veja exatamente quais são os pontos que pode melhorar! Pense que forma estes aspetos podem estar a causar impactos ou negativos no seu desempenho profissional e em todas as suas relações!


Inteligência emocional – otimização de competências pessoais
GESTÃO DE TEMPO



NÃO ESQUECER:


Não lidar com uma variedade excessiva de coisas ao mesmo tempo: delegue tarefas e aprenda a dizer que não;

Não ter um excesso de interrupções pelo telefone: organize os seus telefonemas e a forma de os fazer;

Não ter um excesso de interrupções quando está a fazer trabalhos que requerem concentração: concentre-se numa tarefa de cada vez, crie objectivos e prioridades e realize-as;

Não gastar demasiado tempo com as situações (problemas), trazidas pelos seus colegas: tente resolvê-las o mais rapidamente possível;

Não ter responsabilidade e autoridade, claramente definidos: ao delegar as tarefas digo o que cada um tem de fazer, não esqueça que a comunicação é essencial;

Não abandonar um trabalho antes de o terminar para pegar noutro: concentre-se na tarefa que tem de fazer, planeie as suas actividades, crie objectivos e prioridades e siga tudo à risca;

Não realizar trabalhos rotineiros que poderiam ser feitos por outrem: Não se esqueça de delegar as tarefas, não precisa necessariamente de fazer tudo, rentabilize o seu tempo;

Não ter reuniões e contactos sem hora marcada e sem clara visão das prioridades: planeie a sua agenda com as horas e assuntos a tratar;

Não ter falta de objectivos, prioridades e prazos para os trabalhos: ordene as suas tarefas por grau de importância e de urgência, defina anteriormente os seus prazos e cumpra tudo o que planeia.