Como a atitude dos
supervisores influência o
desempenho dos empregados
Autocrático
O estilo de gestão autocrático é
aquele em que o supervisor apenas dita as instruções aos empregados. Alguns
especialistas em comportamento organizacional dividem esse estilo de gestão em
dois subtipos: autocracia pura e autocracia benevolente. A autocracia pura
consiste em dar instruções, enquanto a benevolente fornece também uma
explicação. Pura ou benevolente, esse tipo de gestão tende a afectar de modo
negativo a motivação do empregado, prejudicando o seu desempenho profissional.
Consultivo
Na abordagem consultiva, o supervisor
tem a autoridade para tomar decisões unilaterais, mas consulta os empregados a
fim de receber um retorno deles quanto ao processo de tomada de decisões. Esse
tipo de gestão tende a propiciar aos empregados uma sensação de envolvimento
maior em cada sector, podendo incentivá-los a apresentar um desempenho melhor.
Porém, como o gestor tem a opção de desconsiderar completamente as sugestões
dos empregados, eles podem ficar frustrados quando virem que há apenas um
interesse superficial na opinião deles.
Participativo
O estilo participativo consiste em dar
aos empregados alguma autoridade para tomada de decisões. Isso pode ser feito,
por exemplo, deixando um departamento votar em certas decisões e entregar os
resultados da votação ao supervisor. Esse último pode fornecer informações e
votar com o restante do grupo. Outro exemplo seria um plano proposto por empregados
que dependa da aprovação do supervisor. Esse tipo de abordagem de liderança dá
aos empregados uma sensação de domínio sobre o trabalho, podendo motivá-los a
ter um desempenho melhor do que teriam se apenas recebessem ordens.
Liberal
O estilo de gestão liberal é o extremo
oposto da autocracia. Nesse modelo, os empregados ficam à vontade e podem
apenas ter de cumprir algumas metas direccionais. Esse tipo é muito incomum, mas
é usado ocasionalmente no ambiente informal de algumas "startups".
Embora esse estilo dê aos empregados uma grande sensação de domínio sobre o
trabalho, muitas vezes, ele dificulta a concentração de esforços rumo a um objectivo em comum.